segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cientistas encontram causa genética para o nascimento prematuro Variação ocorre num receptor de hormônio chamado FSHR. Problema afeta uma em cada oito

Pesquisadores americanos e escandinavos identificaram um gene relacionado ao nascimento prematuro de bebês. A descoberta pode levar a futuros tratamentos para um problema que afeta uma em cada oito gestações, colocando em risco a vida de milhões de crianças e mulheres em todo o mundo. Até agora, não se conhecia nenhum fator genético ligado ao parto prematuro.

Os cientistas partiram de uma premissa. A linhagem humana teve pouco tempo para se adaptar a processos evolutivos que podem dificultar significativamente o trabalho de parto: o aumento do crânio para acomodar um cérebro maior e o estreitamento da bacia pélvica para facilitar andar sobre dois pés.

A pressão da seleção natural fez com que o tempo de gestação diminuísse rapidamente em comparação com outros mamíferos e, até mesmo, com outros primatas. Um feto menor e mais jovem causa menos complicações ao nascer, pois há menor desproporção entre sua cabeça e o pélvis da mãe.

Partindo desta convicção, os cientistas procuraram genes que passaram por um processo de evolução acelerada na espécie humana, em comparação com outros animais, especialmente primatas.

Identificaram 150 bons candidatos. Compararam então as diferenças desses genes em duas populações na Finlândia: 165 mulheres que tiveram parto prematuro e 163 que deram à luz no tempo esperado. Definiu-se prematuridade como uma gestação menor do que 37 semanas.

Identificaram assim variações no gene responsável pela produção do receptor do hormônio folículo-estimulante (FSHR, na sigla em inglês). Depois, confirmaram a presença das mesmas variações associadas à prematuridade em mulheres africanas que deram à luz antes do tempo. O estudo foi publicado na revista PLoS Genetics (www.plosgenetics.org). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/04/cientistas-encontram-causa-genetica-para-o-nascimento-prematuro.html

Isto é muito bom pois em média a cada 10 bebês 8 são prematuros trasendo risco a mãe e o filho, espero que tenha uma prevenção contra isso.

Cientistas usam teste de DNA para salvar espécie de cobra


Pesquisadores da Grã-Bretanha estão usando testes de DNA para proteger a única espécie de cobra venenosa do país. Foto: BBC Brasil

Os cientistas acreditam que este estudo é muito importante para garantir colônias adultas e saudáveis de cobras
Foto: BBC Brasil

Pesquisadores da Grã-Bretanha estão usando testes de DNA para proteger a única espécie de cobra venenosa do País.

Nos últimos 50 anos, o número destas cobras caiu pela metade na Grã-Bretanha, enquanto a espécie luta para se adaptar às mudanças em seu habitat. Apesar de venenosas, estas víboras são dóceis e discretas.

Os cientistas foram até uma reserva na região de Somerset, no sudoeste da Inglaterra, para tentar descobrir a razão para a queda no número destas víboras.

Nigel Hand, da Sociedade de Zoologia de Londres, disse à BBC que é possível que a área onde estas cobras vivem esteja menor e cercada de barreiras como estradas.

Com isso, as cobras não conseguem se movimentar e surge o temor de que as populações estejam se reproduzindo entre si, o que poderia causar doenças.

Os cientistas acreditam que este estudo é muito importante para garantir colônias adultas e saudáveis de cobras.

Se os exames de DNA confirmarem que as populações estão se reproduzindo entre si, as cobras poderão até ser levadas para locais diferentes.

Faye Willman, também da Sociedade de Zoologia de Londres, conta que cobras poderão "ser levadas de populações maiores e mais saudáveis para as menores, para melhorar a diversidade da espécie".

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5085509-EI8145,00-Cientistas+usam+teste+de+DNA+para+salvar+especie+de+cobra.html

Com isso mais uma espécie será salva e acredito que isso podera ser feito com outros animais quem sabe.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sobe para nove o número de mortos infectados por superbactéria em AL

Bebê de pouco mais de um mês de vida morreu nesta sexta-feira (15).
5 adultos e 4 recém-nascidos infectados morreram desde janeiro.


Um bebê de pouco mais de um mês de vida é o nono paciente infectado com uma superbactéria que morreu no Hospital Universitário de Maceió, desde janeiro. O óbito da criança, segundo a assessoria de imprensa da instituição, ocorreu na manhã desta sexta-feira (15).

O bebê, que nasceu com apenas seis meses de gestação e pouco mais de 1 kg, tinha problemas no rim e no fígado, segundo o hospital. Segundo a instituição, além deste bebê, cinco adultos e três recém-nascidos já morreram infectados pela superbactéria.

A UTI neonatal e a maternidade do Hospital Universitário de Maceió, fechadas após a confirmação da morte de três recém-nascidos na instituição, permanecem interditadas até esta sexta-feira. Os setores devem permanecer fechados por tempo indeterminado, até que todos os procedimentos necessários para a desinfecção sejam realizados.

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/04/sobe-para-nove-o-numero-de-mortos-infectados-por-superbacteria-em-al.html

Após alguns casos de dengue no país está superbactéria é o que preocupa o Brasil, será que vai haver mais casos e mais mortes?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Coração artificial espera aprovação do governo brasileiro

O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia aguarda o aval do Ministério da Saúde para implantar o primeiro coração artificial brasileiro em pacientes. O aparelho foi desenvolvido ao longo de dez anos, com bezerros como cobaias.

O modelo nacional não substitui o coração natural, mas funciona como órgão auxiliar. Por isso, Segundo o coordenador do Centro de Engenharia do instituto, Aron José Pazin de Andrade, "a cirurgia de implantação é mais simples, uma vez que não tem que tirar o coração do paciente. E a adaptação do paciente ao aparelho é mais fácil, porque o controle da frequência cardíaca do artificial é mais fácil".

Como toda a pesquisa foi financiada por órgãos públicos, o coração artificial brasileiro deverá custar apenas um quinto dos equivalentes fabricados no exterior, variando entre US$ 30 mil e US$ 60 mil.

O aparelho permite aumentar o bem-estar e dar uma sobrevida aos paciente. "Toda a carga de bombeamento é o artificial que faz. O natural bombeia para dentro do artificial e o artificial bombeia para fora", detalha Andrade.

Apesar do incômodo causado aos pacientes pela parte do órgão que fica fora do corpo, ele garante que o equipamento trará uma melhora significativa na qualidade vida dos pacientes. Uma caixa um pouco maior que um maço de cigarros contendo a bateria do coração fica sobre a pele do usuário. "Lógico que não vai ter uma vida normal, porque tem o aparelho pendurado, mas vai ter uma condição de sobrevida muito melhor enquanto espera o transplante".

Assim que for aprovado pelo ministério, o coração artificial deverá passar a ser implantado gratuitamente nos pacientes do Dante Pazzanese. De acordo com Andrade, a expectativa é que em seguida o procedimento possa ser realizado também na rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

O desenvolvimento do coração artificial foi financiado pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo(Fapesp), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e pelo Ministério da Saúde.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5052148-EI238,00-Coracao+artificial+espera+aprovacao+do+governo+brasileiro.html

Com o coração artificial no Brasil iria melhorar a vida de muitas pessoas.